Clique para escolher ou solte um arquivo aqui
Qualquer arquivo, qualquer tamanho — é lido no seu aparelho, nunca enviadoSobre conferir o checksum de um arquivo
Uma página de download mostra uma longa sequência de letras e números ao lado do arquivo. Ela está ali para você poder provar que o que chegou no seu disco é o que o publicador colocou no ar: não truncado, não corrompido, não trocado por outra coisa.
No Windows o comando é certutil -hashfile oarquivo SHA256. Depois você tem que comparar uma sequência de 64 caracteres com outra de 64 caracteres no olho, que é exatamente o tipo de tarefa em que as pessoas erram.
Solte o arquivo. Os três checksums aparecem. Cole o que te deram e a página diz sim ou não.
Como usar
- Clique em Clique para escolher ou solte seu arquivo na página
- Espere a leitura — uma ISO grande leva um instante, e o progresso aparece
- Cole o checksum da página de download no campo
- Leia a resposta: um Bate verde ou um Não bate vermelho
Você não precisa saber qual algoritmo é
É isso que deixa rápido. Páginas de download muitas vezes imprimem um checksum sem dizer de que tipo ele é.
Nem precisam, porque o tamanho entrega: 32 caracteres é MD5, 40 é SHA-1, 64 é SHA-256. Por isso os três são calculados na mesma passada, o campo aceita qualquer um deles, e a página descobre sozinha qual você colou e compara com aquele. Nada para selecionar.
Você também pode colar a linha inteira. SHA256: 9f86d081… ubuntu.iso funciona — o checksum é localizado ali dentro.
Qualquer tamanho de arquivo
O arquivo é lido em pedaços e os checksums vão sendo construídos no caminho, então a memória fica estável. Uma imagem de disco de 5 GB funciona igual a um arquivo de texto de 5 KB.
É também por isso que a leitura demora um pouco num arquivo grande: cada byte precisa ser lido do seu disco. Nada está sendo enviado — a barra de progresso é o seu próprio disco.
O que uma coincidência prova, e o que não prova
Bater significa que o arquivo no seu disco é, byte a byte, o arquivo com que o checksum foi feito. O download terminou, nada se corrompeu no caminho e nada foi alterado.
Bater não significa que o arquivo seja seguro. Quem consegue alterar o arquivo normalmente consegue alterar também o checksum impresso ao lado. Um checksum prova que o arquivo confere com a página; não prova que a página é honesta. Para isso é preciso uma assinatura, não um hash.
MD5 e SHA-1 não são mais seguros — é possível construir dois arquivos diferentes com o mesmo MD5. Continuam perfeitamente bons para pegar um download danificado, que é para o que a maioria dos checksums é publicada, então aparecem. Quando uma página oferecer SHA-256, use esse.
Para que as pessoas usam
- Conferir uma ISO do Linux ou imagem do Windows antes de instalar
- Confirmar que um download grande terminou direito numa conexão instável
- Verificar que um instalador é o que o fabricante publicou
- Checar se um arquivo copiado para um pen drive ou NAS chegou intacto
- Confirmar que um backup ou arquivo compactado é idêntico ao original
- Provar que dois arquivos são iguais sem abrir nenhum dos dois
Bom saber
- Nada é enviado. O arquivo é lido no seu aparelho e nunca sai dele
- O arquivo é apenas lido, nunca modificado
- MD5, SHA-1 e SHA-256 saem de uma única passada sobre o arquivo
- SHA-384 e SHA-512 não são oferecidos: exigem aritmética de 64 bits, lenta num navegador com arquivo de vários gigabytes, e páginas de download quase nunca os publicam. Para texto, o Gerador de hash tem os cinco
- Maiúsculas e minúsculas não importam ao colar — a comparação ignora
- Funciona em todos os navegadores, e no celular com arquivos menores
Ferramentas relacionadas
- Gerador de hash — os mesmos hashes para texto digitado ou colado
- Localizar arquivos duplicados — achar arquivos idênticos pelo conteúdo
- Comparar duas pastas — conferir uma pasta inteira em vez de um arquivo
- Dividir e juntar arquivos grandes — conferir um arquivo depois de remontá-lo
- Compactar e descompactar — descompactar o que você acabou de conferir